O Grão de Mostarda

1 – Há em nós um mistério. É o maior dos mistérios. É o mistério das sementes. Em nós estão germinando milhares de entidades que nos ajudam e nos prejudicam. Todas elas semeadas pelo mental, através do emocional. E vivemos cultivando sementes de alegria, de tristeza, de rancor, de tolerância. E essas sementes nos tornam um canteiro, como uma horta ou jardim, que precisa de um jardineiro.
Hoje falaremos, não apenas desta infinidade de sementes plantadas por nós, que todos os dias geram algum fruto que nos agrada ou desagrada. Falaremos de um grão especial, citado por Jesus.
Mas por que ele nos fala do grão de mostarda? Ele diz que não conseguimos expulsar os demônios, nossos demônios, isto é, nossa sombra, nossa ignorância, porque não temos fé do tamanho de um grão de mostarda.
O que isto pode significar para nós, que possuímos tantas sementes plantadas em nosso campo emocional, que nem sempre é um jardim, mas uma plantação de espinheiros?


2 – Que semente é essa? Pequenina – e que é mais poderosa do que todas as outras? Na simbologia esotérica é a glândula pineal. Recorremos a H. P. Blavatsky, em seu Glossário Teosófico: “Glândula pineal – Também chamada de “Terceiro Olho”. É uma pequena massa de substância nervosa, cinza-avermelhada, do tamanho de uma ervilha, aderida à parte posterior do terceiro ventrículo do cérebro. É um órgão misterioso, que, em outros tempos, desempenhou papel importantíssimo na economia humana. Durante a terceira Raça e no início da quarta, existiu o Terceiro Olho, órgão principal da espiritualidade no cérebro humano, local do gênio, o “Sésamo” mágico, que, pronunciado pela mente purificada do místico, abre todas as vias da verdade para aquele que sabe usá-lo.”
Agora entendemos que o “grão de mostarda é a glândula pineal. É o nosso santuário. Recuperando sua função espiritual em nosso plano, é que vamos transpor o portal do limite; é por ela que vamos buscar todo o controle sobre o nosso jardim emocional.
“As aves se aninham em seus galhos”, diz Jesus. Isto é, os galhos são os raios de luz, e as aves são os anjos e deuses nos visitando em divinas inspirações. Esta é uma das maiores revelações para a libertação do ser humano.
Vamos nos preparar, portanto, para o estalar da divina semente, abrir caminhos para a Sabedoria, desabrochar em nosso coração o portal da cordialidade, da pacificação, do entendimento entre povos. Basta cada um de nós liberar um fragmento de luz deste grão interior, e estará finalmente aberta a porta para a tão sonhada felicidade! (Maximo Ribera)

Autorrealização em Cristo

Trecho de palestra de Luiz Goulart
em 03/07/1982

Nós somos uma lanterna que guarda em si a luz que poderá transformar-se em imensa claridade. Comumente seus vidros estão embaciados pelas nossas dúvidas, completamente escurecidos quando odiamos. Essa lanterna está sendo apagada pelo medo da morte, da solidão – medo que revela a falta da luz interior. Então, começamos a nos sentir mal por nosso próprio descaso.

Essa Partícula Vital que está em nós só funciona bem se temos Paz de Consciência. É, pois, necessária a recapitulação de nossa existência para começarmos a limpar os vidros de nossa lanterna.

Tiremos um dia para perguntar a nós mesmos: “Porque estou mal? Porque fiz isto, aquilo?” Quando essa positividade se faz ampliamos nossa Energia Vital e entramos em harmonia, sentindo a Paz de Cristo.

Quando não contivermos mais a chama, iluminaremos! Isso é Amor! A nossa lanterna tão límpida, por onde passar fará dia. Eis o que vai definir o estado de autorrealização de um indivíduo. O Ser autorrealizado é o que possui absoluta autoconfiança; iluminado, pois seguiu o conselho de Cristo e colocou a lanterna no alto iluminando tudo.

Nada mais vai ter importância para quem está com o Cristo e consegue luz em seu interior. Nada suplanta o poder de amar, e só o Cristo em nós nos permite amar. Só posso amar como meu Mestre se tiver uma partícula dele em minha alma. É Cristo que ama por meu intermédio.

Conhecimento e Verdade

Texto e ilustração:
Luiz Goulart

Disse Jesus:
“Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará.”
Dois verbos são usados por Jesus:
Destaca conhecer e libertar.
Vê que a libertação de todo ser
Na experiência humana vai estar.

Nunca basta somente conhecer
Se a Verdade total não se fizer.

Pois ela, dentro da alma, vem brilhar
Na luz do Eu, inteira, a esplender.

O Ego colhe, em si, o aprendizado.
Porém se, deste, nada se aproveita,
Desperdiçando o tempo inutilmente,
Toda a trama da luz fica desfeita.

Se a Verdade integral é conhecida,
Toca de Sol o Karrna então vivido
E a gente compreende que o destino
De todo mal se toma redimido.

Só a Verdade tem a oculta essência
De tudo que acontece em nossa vida.
Apenas conhecer é muito pouco
Para aclarar a senda percorrida.

Está, portanto, na Razão Suprema,
Encontrada na oculta divindade,
A presença do Cristo Interior
A porta que nos leva à liberdade.

Liberdade do mundo que maltrata
Sem conhecer a causa da aflição.
Por isso que Jesus nos aconselha
Encontrar na Verdade a redenção.

O sonho dos sonhos

Ilustração: Luiz Goulart
Texto: Maximo Ribera

O ser humano vive entre dois sonhos. Um é o sonho da natureza: aperfeiçoar a estrutura humana; o outro é o sonho da alma: aperfeiçoar a estrutura divina no corpo humano. Os dois fazem parte do mesmo sonho divino, que nos criou para um dia despertarmos no paraíso.
Lembram-se da lenda que diz que estaremos existindo enquanto Deus estiver nos sonhando?
Enquanto isso, sonhamos com a perfeição material. É o sonho da natureza em nós, que muitas vezes se transforma numa acelerada corrida para a ampliação das grandes realizações externas, e o nosso mental básico fica retido num ambiente ilusório, fogos de artifícios, que assistimos passar, se transformar, numa simulação da realidade. Então o sonho se pulveriza em muitos sonhos perdidos, em frustrações e incertezas, mas também muitas alegrias e realizações humanas.
E o sonho da alma? Parece tão distante, não é?, pois a natureza não sabe nada sobre o sonho da alma, e nunca saberá, enquanto matéria física. Mas nós, sim, temos esse sonho em nós. É nossa missão alcançá-lo, desprendendo-nos cada vez mais das ilusões, dos fogos de artifício. Misteriosamente, só damos atenção ao chamamento da alma quando as desilusões do mundo se acumulam num nível insuportável, gerando em uma imensa tristeza.
Exatamente assim que estão as multidões. Tristes. Porque a alma sonha, canta, e não ouvimos sua canção.
Pensemos bem: Vamos experimentar ouvir a canção de nossa alma? É ela que nos revela o sonho do espírito. Imaginemos um triângulo, representando os níveis mentais que podemos viver: Lado esquerdo, sonho da natureza; lado direito, sonho da alma; o vértice superior do triângulo é o sonho divino, o sonho do espírito.
É através da alma, do sentimento, da amorosidade, da paz, que se revela essa ponte para o sonho do espírito. Não precisamos construir o caminho. Ele já está à nossa espera. O trabalho é acreditar em nossa capacidade de sonhar com o divino em nós.
Podemos continuar na vida humana, a usar a tecnologia, a dar a césar o que é de césar, mas não perderemos o fio do sonho real, que continuará depois que o corpo não tiver mais nenhuma serventia para a própria natureza, como corpo humano.
Lembremos que não sonhamos apenas o que está no inconsciente quando dormimos. Há um sonho de eternidade dentro de nós e a alma canta, e canta, e nos embala no berço da evolução, até que os ouvidos do coração decodificam o mistério da canção de liberdade, que nada mais é do que a voz de nosso deus interno, que anuncia finalmente a canção dos céus, o coro dos anjos, dentro de nós.

Luzes na escuridão

Texto e ilustração:
Luiz Goulart

Quantas vezes, na solidão de nós mesmos, perguntamos o significado de nossa própria vida? Parece-nos tudo um imenso vazio em torno, transformando-nos interiormente num simples galho lançado ao vaivém das ondas do mar sem fim de todos os mistérios e de todas as interrogações. Debilmente erguemos nossa voz, mas nem ao menos o eco do rebatimento. Tudo passa a viver como se a vida e morte estivessem confundidas numa eternidade sem razões e sem propósitos. Carregamos como que o inútil fardo da total descrença… Desencantados de tudo e de todos, resta-nos a longa espera que mais longa se faz por não sabermos, então, verdadeiramente o que esperamos.

Não há uma só alma que não tenha sentido em determinada fase da existência o domínio cruel da mais estranha melancolia…

Há de, por certo, no entanto, chegar pelas mãos de alguém ou nas asas do vento a semente de luz das transformações da noite da alma em dia de doce claridade! Basta que o coração fique atento aos sinais – assim como, no céu, as nuvens demonstram transformações de dias trevosos em despontar de auroras de festa.

Quando vem a Paz? Quando nasce a íntima ventura? Nós nunca, verdadeiramente, sabemos… Nas maiores tristezas, nos mais soturnos abatimentos, pode estar escondida a lágrima que fará brotar a planta divinal que, crescendo em nosso coração, se transformará em brotos de esperança: eles nos oferecerão flores de perfume, como que anunciando a presença do ressurgir de nova vida, onde a morte parecia imperar!

Saber resistir, com paciência, ao desânimo das horas amargas é retemperar a alma para os impulsos necessários à conquista da vitória da Paz Interior, contra a aflição dos instantes de dúvida por que passam todas as criaturas da Terra…

Em dado instante, repentinamente, a solidão pode ainda transformar-se no doce convívio com as luzes de bonançosas alegrias, assim como num céu de nuvens pesadas, surgirão estrelas surgidas na vastidão sem fim.

Há sempre um instante, uma hora certa nascida nos braços do Tempo, para cada coração desesperado. Surge a luz de onde, às vezes, menos se espera. A vida é feita de mistérios, o Destino é cheio de segredos; esperemos confiantes: nos raios do sol que volta todos os dias pode chegar o fim dos martírios e a suprema alegria das horas sem fim da Eternidade!

O Divino Cantor

Texto e ilustração:
Luiz Goulart

Liberta o coração e canta. Não te abismes no conflito. Ergue a mente ao sol da vida, cujo nome é Jesus. De ti nascerão luzes: ele está contigo! Quando te dás ao coração do mundo, mais ainda o Mestre penetra em tua alma. Se a sombra vem, o sol não morre. Escondido, brilha nas alturas do céu interior, que sempre cresce e se agiganta no infinito de ti mesmo… Busca as estrelas de teu céu interior: os olhos do Mestre estarão bendizendo tua existência.

Jesus, tu és a Caridade que o Pai ofertou aos que soluçam, na Terra. Assim como a Bondade é a flor dos céus, a Caridade é o perfume que enfeita o jardim da vida… Sinto até, Divino Companheiro, que a Caridade que julgamos praticar nasce de tua Presença em nossos gestos. Para o canto da Beleza reviver na Terra, é preciso repetir o Divino Cantor: “Amai-vos uns aos outros, tanto quanto eu vos amei!” – … pois a Beleza só nasce do culto ao Amor.

O Êxtase

Texto e ilustração
de Luiz Goulart

1
Em êxtase o Mestre,
Discípulos se calam.
Mudos, prosternados
Esperam.
Íntimos pensamentos
Perpassam mundos encantados…

2
O mais jovem arrisca
Rápido olhar
Ao corpo inerte do Senhor.
Nota a palidez da face oriental,
Como se o perfume
Descorasse a flor.
Sente que ele partiu.
Deixou o corpo, somente.
Doloroso vê-lo assim,
Cerrados os lábios
Que discorrem sobre o sem fim
De mundos, de universos

Além da Terra…
Teme perdê-lo.
Em surdina, implora.
Chora silenciosamente,
Pedindo a volta do ancião.
Curva a fronte ao chão.
Deixa cair estrelas de lágrimas
Incontidas…

Eis que retorna,
Do longo caminhar
No Eterno Infinito,
O Mestre, mansamente.
Sussurro de brisa

3
Sobre flores abertas,
Distribuindo pólen de ouro,
Não é mais sutil
Que o despertar do Senhor.

Os discípulos atentos
Pressentem a presença do pensamento
Que fora em asas ao Nirvana.
Abrindo cada qual o par dos olhos
Ávidos de ver,
Descobrem o sorriso do céu
Na máscara serena
Do bendito Senhor.
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Lendo o pergaminho
De cada coração presente,
Diz o Mestre, sorridente:
– Quereis saber, bem sei,
Onde estive… O que vi…
Nada, porém, encontrei
De mais luz no sem-fim
Que se igualasse
À gota de lágrima
Que tu, meu filho,
Choraste por mim.

Portas Enganosas

Não são muitas as portas da verdade. Várias se abrem e apresentam a mentira. Outras nos deixam, por algum tempo, a aparência de termos encontrado o que buscávamos. Incontáveis são as portas e maior o número de decepções.
Mais experiente talvez que o leitor, posso apontar os sinais característicos das portas enganosas: o luxo dos orçamentos, os títulos espirituais que se impuseram a teu caminho, as taxas e valores obrigatórios para as lições da eternidade, o prestígio aos poderosos do mundo e a arrogância de proprietários do Mistério. Muitas portas assim foram encontradas para, de início, seduzir ou logo afastar-te, felizmente, do engano e da tirania, das trevas.
Quando, porém, encontrares a porta que te mostre a simplicidade e o desprendimento, entra e espera. Certamente sentirás o perfume das flores da espiritualidade e ouvirás o cântico das aves do céu.
Se, porém, retardar o encontro da simplicidade e do desprendimento, não batas inutilmente em todas as portas que encontrares. Mergulha em ti mesmo – e colherás, na presença íntima de teu ser, a chave da certeza que abre a porta da Paz e da Sabedoria Divina.
Luiz Goulart

Pensamento, Palavra, Ação

Buscando a filosofia interna da paz, recordamos que a pacificação em nós toma um tríplice aspecto que nos ajuda muito a viver: o bom pensamento, a boa palavra e a boa ação. Quando estes três pontos não estão em nós bem equilibrados, não estamos em paz.
É indispensável, em nosso íntimo, o cultivo de pensamentos iluminados pelo amor. Mesmo que às vezes tenhamos uma discussão com alguém, ao nos despedirmos devemos transmitir um pensamento tocado de Cristo. Este hábito faz com que nunca o ódio esteja conosco.
Em seguida, vamos equilibrar o pensamento com a palavra, pois não há nenhuma palavra iluminada que saia de um pensamento em trevas. No exercício da palavra, descobrimos o quanto é útil a ponderação. Se é um momento alegre e feliz, talvez as palavras não precisem ser tão vigiadas; mas quando surgem os problemas, uma palavra em falso nos leva a um abismo cruel. Devemos fazer tudo, portanto, para não deixar que a palavra nos tire a nossa paz.
Examinando este problema em mim, vi que de fato nos momentos graves não devemos falar e, segundo um instrutor oriental, o mais interessante quando somos obrigados a responder a um antagonista, é pedir a ele algumas horas; mas se o problema é muito grave, pedir-lhe alguns dias, e se for demasiadamente grave, pedir-lhe que tenha paciência de nos esperar um ano ou dois, para podermos dar uma resposta. Em geral respondemos rápido demais, tão rápido que sempre nos arrependemos, e assim a paz vê-se comprometida.
Do mesmo modo que a palavra, as atitudes estão diretamente ligadas ao teor de nosso pensamento. Não há um gesto que não seja a retratação de um estado emocional nosso, de equilíbrio ou desequilíbrio. Assim o pensamento, a palavra e a ação conjugam esforços, dentro da inteligência, para manter a criatura em paz consigo mesma.
Luiz Goulart

Olhar em Profundidade

Desenho de Luiz Goulart

NO ESPELHO, A ILUSÃO
Quando você se vê no espelho, o que você percebe? Uma imagem que precisa de retoques, nem sempre se sente satisfeito com o que vê. Sim. Isso é porque você está olhando para sua face mutável, aparente.
Essa é a imagem que todos veem em você. E que você vê em todos os seus semelhantes. Isso nos faz perder muito tempo tentando melhorar as aparências. Mas quando deixamos em segundo plano essa faixa de valores que nos perturba, educando nosso olhar na captação de uma essência só percebida por quem se dedica a enxergar além das aparências, tudo muda para melhor em nossa vida.
A VIRTUDE OCULTA
Encontramos apoio nestas palavras das Epístolas de Sêneca, filósofo estoico nascido na Espanha e que viveu e criou raízes em Roma: “Assim como a visão (física) pode ser aguçada e desobstruída por certas drogas, se estivermos dispostos a libertar nossa visão espiritual de impedimentos, seremos capazes de perceber a virtude, mesmo quando está escondida dentro do corpo.” (…)
O ESTADO DE GRAÇA
Temos aqui um exemplo da visão em profundidade. Mas para se conquistar esse tipo de visão, precisamos do auxílio da amorosidade de nossas almas. Só em estado de graça diante de qualquer coisa aparente, podemos alcançar a essência das coisas: Ver beleza no que parece feio, alegria no mundo de tristeza. Para não se confundir com “fuga à realidade”, lembramos que esse modo de olhar é traduzido pelos místicos como ver Deus em todas as coisas.
Diante de todos os impedimentos, temos a capacidade de despertar em nós esse olhar angelical. Continua Sêneca: “Mesmo tendo a pobreza como um obstáculo, mesmo onde a insignificância e a desgraça se colocam no caminho. Essa beleza será vista, por mais que esteja coberta de nódoa.”
AS MUTAÇÕES
E recorremos a outro filósofo romano em suas Meditações: Marco Aurélio, que nos diz: “Se alguma coisa externa lhe causa angústia (ou repulsa), não é a coisa em si que o perturba, mas seu julgamento a respeito. E isso você tem o poder de eliminar agora.
E Marco Aurélio completa: “Estas são as duas ideias que você deve manter em mente e avaliar. Uma é que as coisas no mundo não tocam seu espírito, e sim permanecem silenciosamente externas a ele; o que nos perturba provém apenas das opiniões dentro de nós. Em segundo lugar, tudo o que você vê muda em um instante e logo desaparecerá. Lembre-se sempre de quantas dessas mudanças você já viu. O mundo está em mutação constante; sua vida está situada em sua opinião.
SEM TEMOR ÀS MUDANÇAS
Esta chave de melhorar a opinião, o julgamento sobre você mesmo, sobre as pessoas e as coisas – por que mudou seu modo de olhar, passou a enxergar além das aparências, transformará você na pessoa que você sempre sonhou ser. Então você poderá olhar com alegria sua imagem no espelho, sem temer as mudanças.
(Máximo Ribera)