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	<title>Comentários sobre Corrente da Paz Universal</title>
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	<description>Encontre-se com a Paz em seu mundo interior</description>
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		<title>Comentário sobre Intercâmbio por Luciano</title>
		<link>http://www.correntedapaz.com/index.php/2011/10/intercambio/comment-page-1/#comment-1285</link>
		<dc:creator>Luciano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 11:44:10 +0000</pubDate>
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		<description>Velhas Árvores 

Um Poema Para Meditar e Refletir 


**Olavo Bilac**
 

Olha estas árvores, mais belas
Do que as árvores novas, mais amigas:
Tanto mais belas, quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...     [tempestades]

O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas
Vivem, livres de fomes e fadigas;
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores das aves tagarelas.  

Não choremos, amigo, a mocidade!
Envelheçamos rindo!  envelheçamos 
Como as árvores fortes envelhecem:

Na glória da alegria e da bondade,
Agasalhando os pássaros nos ramos, 
Dando sombra e consolo aos que padecem!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Velhas Árvores </p>
<p>Um Poema Para Meditar e Refletir </p>
<p>**Olavo Bilac**</p>
<p>Olha estas árvores, mais belas<br />
Do que as árvores novas, mais amigas:<br />
Tanto mais belas, quanto mais antigas,<br />
Vencedoras da idade e das procelas&#8230;     [tempestades]</p>
<p>O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas<br />
Vivem, livres de fomes e fadigas;<br />
E em seus galhos abrigam-se as cantigas<br />
E os amores das aves tagarelas.  </p>
<p>Não choremos, amigo, a mocidade!<br />
Envelheçamos rindo!  envelheçamos<br />
Como as árvores fortes envelhecem:</p>
<p>Na glória da alegria e da bondade,<br />
Agasalhando os pássaros nos ramos,<br />
Dando sombra e consolo aos que padecem!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Intercâmbio por Luciano</title>
		<link>http://www.correntedapaz.com/index.php/2011/10/intercambio/comment-page-1/#comment-1284</link>
		<dc:creator>Luciano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 11:41:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.correntedapaz.com/?p=2203#comment-1284</guid>
		<description>Amigos e Irmão de caminhada, hoje em minhas reflexões diárias encontrei esse artigo intitulado &quot;UM SEGREDO DA BONDADE&quot; que achei muito bom e resolvi compartilhar....

Um Abraço
Paz e Cristo !


Um Segredo da Bondade 


(Um Estudante de Teosofia)

O ser  que é bondoso de fato 
não renuncia à sua vontade 
pessoal
para obedecer à vontade pessoal
de outro ser.

Nem para ceder  às ordens 
de um mestre externo. 

Nem às pressões de uma organização.

O ser bondoso de fato
não se deixa manipular.
Ele não teme a aparente solidão
mas a acolhe de bom grado. 

Não cai 
em chantagens 
emocionais, mas 
abre caminho novo.  

O ser bondoso busca 
sempre mais sabedoria.
E assim mantém vivo 
o centro de paz em seu interior. 

Ele só renuncia à vontade 
da sua alma mortal  
à medida que se  identifica  com a vontade 
maior  
da sua  própria alma imortal. 

Só por um detalhe 
ele pode ser chamado de altruísta:

porque vê que sua verdadeira alma
é também a alma de todos.

Mas ele compartilha 
a alma, 
e não a máscara, 
dos outros. 

Este é um fator decisivo.

Ele compartilha a alma, 
e não a ignorância agressiva ou defensiva
dos que não conhecem sequer a si mesmos.  

Sua bondade é secreta.
Nem todos a vêem.
Nem todos a querem ver.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos e Irmão de caminhada, hoje em minhas reflexões diárias encontrei esse artigo intitulado &#8220;UM SEGREDO DA BONDADE&#8221; que achei muito bom e resolvi compartilhar&#8230;.</p>
<p>Um Abraço<br />
Paz e Cristo !</p>
<p>Um Segredo da Bondade </p>
<p>(Um Estudante de Teosofia)</p>
<p>O ser  que é bondoso de fato<br />
não renuncia à sua vontade<br />
pessoal<br />
para obedecer à vontade pessoal<br />
de outro ser.</p>
<p>Nem para ceder  às ordens<br />
de um mestre externo. </p>
<p>Nem às pressões de uma organização.</p>
<p>O ser bondoso de fato<br />
não se deixa manipular.<br />
Ele não teme a aparente solidão<br />
mas a acolhe de bom grado. </p>
<p>Não cai<br />
em chantagens<br />
emocionais, mas<br />
abre caminho novo.  </p>
<p>O ser bondoso busca<br />
sempre mais sabedoria.<br />
E assim mantém vivo<br />
o centro de paz em seu interior. </p>
<p>Ele só renuncia à vontade<br />
da sua alma mortal<br />
à medida que se  identifica  com a vontade<br />
maior<br />
da sua  própria alma imortal. </p>
<p>Só por um detalhe<br />
ele pode ser chamado de altruísta:</p>
<p>porque vê que sua verdadeira alma<br />
é também a alma de todos.</p>
<p>Mas ele compartilha<br />
a alma,<br />
e não a máscara,<br />
dos outros. </p>
<p>Este é um fator decisivo.</p>
<p>Ele compartilha a alma,<br />
e não a ignorância agressiva ou defensiva<br />
dos que não conhecem sequer a si mesmos.  </p>
<p>Sua bondade é secreta.<br />
Nem todos a vêem.<br />
Nem todos a querem ver.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Intercâmbio por Luciano</title>
		<link>http://www.correntedapaz.com/index.php/2011/10/intercambio/comment-page-1/#comment-1283</link>
		<dc:creator>Luciano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 12:32:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.correntedapaz.com/?p=2203#comment-1283</guid>
		<description>Conversando com o Mestre 

Uma Alegoria 
 
 
 
William Q. Judge
 

Caminhando pelo jardim do seu coração, o discípulo subitamente encontrou o Mestre.  Ficou contente, porque  recém havia terminado uma tarefa a serviço Dele – e apressou-se a colocá-la a Seus pés. 
 
 
“Veja, Mestre” –  disse ele – “isto já está feito; agora me dê outro ensinamento a transmitir.”
 
 
O Mestre olhou para  ele com tristeza e generosidade no olhar, como podemos olhar para uma criança que não consegue entender algo. 
 
 
“Já existem muitos que podem ensinar concepções intelectuais da Verdade”, respondeu. “Você pensa  que estará servindo da melhor forma possível, se for mais um a fazer a mesma coisa?”
 
 
O aluno ficou perplexo. 
 
 
“Não devemos proclamar a Verdade até do alto dos telhados, até que todo o mundo a tenha ouvido?” – perguntou. 
 
 
“E qual o resultado ?” 
 
 
“O resultado será que o mundo inteiro seguramente a aceitará.” 
 
 
“Não” – respondeu o Mestre – “ a verdade não é do intelecto, mas é do coração. Veja!”
 
 
O aluno olhou, e viu a Verdade como se fosse uma Luz Branca cobrindo  a Terra toda; no entanto, nada dela chegava até as plantas verdes e vivas que necessitavam tanto dos seus raios, porque no meio havia densas camadas de nuvens.
 
 
“As nuvens são o intelecto humano” – disse o Mestre.  “Veja de novo.” 
 
 
Olhando atentamente, o aluno viu aqui e ali pequenas aberturas nas nuvens, pelas quais a Luz lutava para passar em raios frágeis, quebrados.  Cada abertura era causada por um pequeno redemoinho de vibrações, e ao olhar para baixo através delas,  o discípulo percebeu que cada redemoinho era produzido em um coração humano.  
 
 
“É só reforçando e aumentando as aberturas que se pode fazer com que a Luz alcance a Terra” – disse o Mestre.  “O que é melhor,  então: derramar mais Luz sobre  as nuvens, ou estabelecer um redemoinho de forças do coração? Essa última tarefa você deve cumprir de modo invisível e sem ser notado, e também sem receber agradecimentos.  A tarefa anterior trará a você elogios e notoriedade entre os homens. Ambas as tarefas são necessárias: ambas são parte do Nosso trabalho; mas, as aberturas são tão poucas! Você tem força suficiente para deixar de lado os elogios e transformar-se em um centro de  coração irradiando uma pura energia impessoal?”
 
 
O aluno suspirou, porque essa era uma questão difícil. 
 
 
HIERONYMUM
 
 
Revista Path, Nova Iorque, Outubro de 1893. 
 
 
 
[ O texto acima  foi traduzido de “Theosophical Articles”, William Q. Judge, The Theosophy Co., Los Angeles, EUA, 1980, edição em dois volumes. Ver  pp. 383-384 do volume II, que tem 655 pp.   Título original do texto: “An Allegory”. ] 

Abç
Luciano</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Conversando com o Mestre </p>
<p>Uma Alegoria </p>
<p>William Q. Judge</p>
<p>Caminhando pelo jardim do seu coração, o discípulo subitamente encontrou o Mestre.  Ficou contente, porque  recém havia terminado uma tarefa a serviço Dele – e apressou-se a colocá-la a Seus pés. </p>
<p>“Veja, Mestre” –  disse ele – “isto já está feito; agora me dê outro ensinamento a transmitir.”</p>
<p>O Mestre olhou para  ele com tristeza e generosidade no olhar, como podemos olhar para uma criança que não consegue entender algo. </p>
<p>“Já existem muitos que podem ensinar concepções intelectuais da Verdade”, respondeu. “Você pensa  que estará servindo da melhor forma possível, se for mais um a fazer a mesma coisa?”</p>
<p>O aluno ficou perplexo. </p>
<p>“Não devemos proclamar a Verdade até do alto dos telhados, até que todo o mundo a tenha ouvido?” – perguntou. </p>
<p>“E qual o resultado ?” </p>
<p>“O resultado será que o mundo inteiro seguramente a aceitará.” </p>
<p>“Não” – respondeu o Mestre – “ a verdade não é do intelecto, mas é do coração. Veja!”</p>
<p>O aluno olhou, e viu a Verdade como se fosse uma Luz Branca cobrindo  a Terra toda; no entanto, nada dela chegava até as plantas verdes e vivas que necessitavam tanto dos seus raios, porque no meio havia densas camadas de nuvens.</p>
<p>“As nuvens são o intelecto humano” – disse o Mestre.  “Veja de novo.” </p>
<p>Olhando atentamente, o aluno viu aqui e ali pequenas aberturas nas nuvens, pelas quais a Luz lutava para passar em raios frágeis, quebrados.  Cada abertura era causada por um pequeno redemoinho de vibrações, e ao olhar para baixo através delas,  o discípulo percebeu que cada redemoinho era produzido em um coração humano.  </p>
<p>“É só reforçando e aumentando as aberturas que se pode fazer com que a Luz alcance a Terra” – disse o Mestre.  “O que é melhor,  então: derramar mais Luz sobre  as nuvens, ou estabelecer um redemoinho de forças do coração? Essa última tarefa você deve cumprir de modo invisível e sem ser notado, e também sem receber agradecimentos.  A tarefa anterior trará a você elogios e notoriedade entre os homens. Ambas as tarefas são necessárias: ambas são parte do Nosso trabalho; mas, as aberturas são tão poucas! Você tem força suficiente para deixar de lado os elogios e transformar-se em um centro de  coração irradiando uma pura energia impessoal?”</p>
<p>O aluno suspirou, porque essa era uma questão difícil. </p>
<p>HIERONYMUM</p>
<p>Revista Path, Nova Iorque, Outubro de 1893. </p>
<p>[ O texto acima  foi traduzido de “Theosophical Articles”, William Q. Judge, The Theosophy Co., Los Angeles, EUA, 1980, edição em dois volumes. Ver  pp. 383-384 do volume II, que tem 655 pp.   Título original do texto: “An Allegory”. ] </p>
<p>Abç<br />
Luciano</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Intercâmbio por Luciano</title>
		<link>http://www.correntedapaz.com/index.php/2011/10/intercambio/comment-page-1/#comment-1282</link>
		<dc:creator>Luciano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 11:13:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.correntedapaz.com/?p=2203#comment-1282</guid>
		<description>A Palavra dos Mestres
Trecho das Cartas dos
Mahatmas, Para Refletir e Meditar

O Caminho dos Iniciados Leva à Unidade com o Universo. ] 
 
 Até que a libertação final o reabsorva, o Ego [1] tem que ser consciente das simpatias mais puras despertadas pelos efeitos estéticos da arte elevada, e sua sensibilidade deve responder ao chamado dos vínculos humanos mais nobres e santos. Naturalmente, à medida que ocorrer o progresso em direção à libertação, isto será mais difícil, até que, para coroar tudo, o conjunto dos sentimentos humanos e puramente individuais - laços de sangue e amizade, patriotismo e predileção racial - cederá seu lugar para um sentimento universal, o único que é verdadeiro e santo, o único altruísta e Eterno: amor, um amor imenso pela humanidade como um Todo! Pois é a “Humanidade” que é a grande Órfã, a única deserdada desta Terra, meu amigo. E cada homem capaz de um impulso altruísta tem o dever de fazer alguma coisa, mesmo que pouco, pelo bem-estar dela. Pobre humanidade! Ela me recorda a velha fábula da guerra entre o corpo e os seus membros; aqui também, cada membro desta enorme “órfã” - sem pai nem mãe - só se preocupa egoisticamente consigo mesmo. O corpo abandonado sofre eternamente, quer os seus membros estejam em paz ou em guerra. (I, 101)

Abraço
Luciano
Paz e Cristo !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Palavra dos Mestres<br />
Trecho das Cartas dos<br />
Mahatmas, Para Refletir e Meditar</p>
<p>O Caminho dos Iniciados Leva à Unidade com o Universo. ] </p>
<p> Até que a libertação final o reabsorva, o Ego [1] tem que ser consciente das simpatias mais puras despertadas pelos efeitos estéticos da arte elevada, e sua sensibilidade deve responder ao chamado dos vínculos humanos mais nobres e santos. Naturalmente, à medida que ocorrer o progresso em direção à libertação, isto será mais difícil, até que, para coroar tudo, o conjunto dos sentimentos humanos e puramente individuais &#8211; laços de sangue e amizade, patriotismo e predileção racial &#8211; cederá seu lugar para um sentimento universal, o único que é verdadeiro e santo, o único altruísta e Eterno: amor, um amor imenso pela humanidade como um Todo! Pois é a “Humanidade” que é a grande Órfã, a única deserdada desta Terra, meu amigo. E cada homem capaz de um impulso altruísta tem o dever de fazer alguma coisa, mesmo que pouco, pelo bem-estar dela. Pobre humanidade! Ela me recorda a velha fábula da guerra entre o corpo e os seus membros; aqui também, cada membro desta enorme “órfã” &#8211; sem pai nem mãe &#8211; só se preocupa egoisticamente consigo mesmo. O corpo abandonado sofre eternamente, quer os seus membros estejam em paz ou em guerra. (I, 101)</p>
<p>Abraço<br />
Luciano<br />
Paz e Cristo !</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Intercâmbio por Luciano</title>
		<link>http://www.correntedapaz.com/index.php/2011/10/intercambio/comment-page-1/#comment-1231</link>
		<dc:creator>Luciano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 18:23:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.correntedapaz.com/?p=2203#comment-1231</guid>
		<description>Não Dualidade

No ocidente vocês têm lutado por muitos anos com o problema do mal. Como é possível que o mal exista? Parece ser difícil para a mente ocidental entender. Mas à luz da não-dualidade, não há problema. Tão logo a idéia de bem esteja presente, a idéia de mal estará também. Buda precisa de Mara de forma a poder se revelar e vice-versa. Quando você percebe a realidade desta forma, não discrimina contra o lixo em benefício da rosa. Você cuida dos dois. Você precisa de ambos direita e esquerda de forma a ter um ramo. Não tome lados.

-Thich Nhat Hanh</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não Dualidade</p>
<p>No ocidente vocês têm lutado por muitos anos com o problema do mal. Como é possível que o mal exista? Parece ser difícil para a mente ocidental entender. Mas à luz da não-dualidade, não há problema. Tão logo a idéia de bem esteja presente, a idéia de mal estará também. Buda precisa de Mara de forma a poder se revelar e vice-versa. Quando você percebe a realidade desta forma, não discrimina contra o lixo em benefício da rosa. Você cuida dos dois. Você precisa de ambos direita e esquerda de forma a ter um ramo. Não tome lados.</p>
<p>-Thich Nhat Hanh</p>
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