Roteiro de atividades 2012

PLANTÃO DA PAZ E DA FRATERNIDADE
Atendimento pessoal e por telefone.
Segunda a sexta-feira, das 10 às 13 h e das 15 às 19 h.

Rua Senador Dantas, 117-Cob.03 – Centro – Rio de Janeiro – Brasil
Tels.: (21) 2240-7489 – (21) 2262-5567 – paz@correntedapaz.com

REUNIÕES PÚBLICAS EM JANEIRO

SEGUNDAS FEIRAS: ENCONTRO COM A PAZ  – às 19 h
Abertura, comentários e encerramento: Lúcia Magalhães
Palestras: Máximo Ribera
Mentalizações, afirmações positivas e prece final, na voz de Luiz Goulart.
TEMAS DAS PALESTRAS:
Dia 02: Fraternidade Universal
Dia 09: Mudança de Hábito
Dia 16: Paz e Saúde
Dia 23: Quem inventou a Morte?
Dia 30: “Olhos de ver, ouvidos de ouvir”

QUARTAS-FEIRAS, durante todo o mês de janeiro + 1º de fevereiro:
a) Prática de Meditação, com Luciano de Andrade – às 19 h
b) Os Versos Áureos de Pitágoras, comentados pela professora Lúcia Magalhães – às 19:30 h.

QUINTA-FEIRA, dia 19, às 16 h:
Sarau artístico – Canto e poesia.

INTERVALO
Teremos nosso recesso anual – Início: 02 de fevereiro.  Término: 05 de março, segunda-feira.

Retornaremos a 05 de março, com a reunião habitual de Paulo Benjamin.

Atenção: O Plantão da Paz e da Fraternidade estará funcionando durante o recesso.
ENTRADA FRANCA EM TODAS AS NOSSAS ATIVIDADES

Rua Senador Dantas, 117-Cob.03 – Centro – Rio de Janeiro – Brasil
Tels.: (21) 2240-7489 – (21) 2262-5567 – paz@correntedapaz.com

Fraternidade Universal

Se este sonho se realizasse…

"Paz Universal" – Pintura a óleo, criada e executada por Luiz Goulart. Finalização de Miti Goulart

Esta mensagem, escrita por Luiz Goulart em 1o de janeiro de 1983, mantém-se atual e parece que foi escrita hoje, pois o mundo caminha devagar, quase parando, em direção à Paz.

Se um dia me contassem, estando eu fechado dentro de minha casa, que todas as pessoas de todos os países dançavam abraçadas, e nesses abraços viam-se, trêmulas de emoção e alegria, mãos de todas as raças e cores, esvoaçantes como asas de pombas em dia de festa nos pombais abertos à liberdade; se estando eu dentro de minha casa, fechado em meu silêncio, ouvisse bater à porta – e ao abri-la, atendendo ao visitante, cheio de surpresa olhasse um pequenino ser que mal aprendera a andar, e ele me dissesse:
– Vim aqui anunciar que você pode sair de sua solidão e caminhar comigo. Quero avisar aos que ainda estão fechados em suas casas que, agora sim, todas as crianças de minha idade poderão crescer livremente. Soube que todas as armas de guerra foram destruídas e transformadas em enxadas e tratores, e todos os arsenais estão sendo pintados de branco para abrigar doentes, desamparados e as mulheres pobres que esperam meus irmãozinhos nascer. Amigo, deixe seu recolhimento triste e venha à praça dançar entre os abraços das pombas brancas. Nunca mais haverá guerra entre as nações!”
Se este sonho se realizasse, então sim, eu diria que comemoraríamos, de fato, o Dia da Fraternidade Universal!

E como a Fraternidade depende do Amor, aqui está uma prece, também de Luiz Goulart, para o exercício diário do Amor em nós:

“Senhor, permite que hoje eu ame tanto, tanto, que me esqueça totalmente de mim. Que eu me esvazie de mim, mas que meu Amor leve a vida a alguém que esteja no vazio deste mundo. Que não haja, senhor, ninguém neste instante que não ame. Dá, Senhor, a glória de saber que todos os seres são propensos a amar. E que, na dinâmica desse amor, produzam aquilo de que carece a sensibilidade – porque eu sei que só amando nos curamos física, moral e espiritualmente. E se ninguém nos amar, amemos, amemos profundamente – para que a dosagem divina do Amor não abandone o corpo da Raça Humana.”

Mensagem de fim de ano

A Águia e a Galinha

(Leonardo Boff – Enviado por Luciano de Andrade)
Uma metáfora da condição humana
Era uma vez um camponês que foi a floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Coloco-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros. Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
- Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia.
- De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu criei como galinha.
Ela não é mas uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.
- Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar ás alturas. – Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.  Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: – já que você de fato é uma águia,  já que você pertence ao céu e não a terra, então abra suas asas e voe! A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.  O camponês comentou:
- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
- Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia.
E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, abra as suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.
O camponês sorriu e voltou à carga:
- Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
- Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração  de águia. Vamos experimentar ainda uma ultima vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.
Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergue-se, soberana, sobre se mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou… voou… até confundir-se com o azul do firmamento…
E Aggrey  terminou conclamando:
- Irmãos e irmãs, meus compatriotas! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus!  Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemos . Voemos como as águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar.

Mensagem do dia

Uma reflexão Zen Budista… (Enviado por Luciano de Andrade)

Você bebe o chá, talvez você aprecie o chá que bebe, e ao fim a caneca se esvazia. Então, pode olhar a caneca e achar que ela está vazia, e lamentar o chá que acabou — ou dar-se conta de que o chá está em você, tornado você — você e o chá, irmanados. Você bebe o chá e ele não se acaba — ele passa a viver em você. E se você viver cultivando amor, paz, bondade, atenção, carinho, calma, poderá dizer que é nestas coisas maravilhosas que o maravilhoso chá terá se transformado. E assim terá valido a pena beber chá, terá valido ao chá ter sido bebido — e plantado, colhido, preparado. Terá valido a pena viver — seja como chá, seja como você. Agora, que diferença ainda há?