|
No tempo em que o violão era repudiado pelos salões da alta sociedade, Catullo, antes de neles se apresentar, recitava um poema dedicado ao maestro Francisco Braga, do qual selecionamos estas estrofes:
|
|
Sol de verão a esmaecer Minha cidade de ruas
estreitas. A criançada a subir e a
descer Na praça a velha igreja. Na volta os passos são
arroxeados de saudades... |
|
|
Caro senhor meu,
Não, senhor meu, Sou apenas Na verdade, meus castelos |
Caro senhor meu, Se fores egoísta Se me aceitares assim, E terás, senhor meu, |
|
Bem-aventurados Bem-aventurados |
Bem-aventurados Bem-aventurados Bem-aventurados |
|
O umbigo é cortado no
parto, |
|
Gaivota! |
|
Não há nenhuma gratidão Jamais se eleve a voz do filho ingrato, É bom nunca esquecer |
|
|
Quando o dia chega, E não posso deixaer de sentir Embora seja importante Há os que nos ofendem Mas, em tudo um só recado: Este hábito de tudo agradecer, Por isso agradeço agora |
Saí das
sombras, almas guerreiras, Vinde
caminhar à luz do dia, Vereis,
como eu vi, Com um
raio de amor, E trocai
vossas espadas |
|
A Mocidade, assim, na
rubra orgia E o vinho do prazer em
nossa taça Nós chamamo-la em vão;
em nossos lábios, |
|
|
|